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Quem sou eu

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"Artes" da Vânia
Amo artesanato!
Ensino e aprendo, pois no artesanato sempre tem novidades... Faço alguma coisa aqui, outra ali, e quero dividir meu trabalho e meu conhecimento com todos que quiserem.
Docinhos modelados, biscuit, prata boliviana, vela, latonagem, arte francesa, craquelê, arte com pedras, decoupagens de diversos tipos, pintura em telhas, decoupage em telhas, caixas para presentes, fuxico, topiaria, pátina, pintura mesclada, meia de seda, painel de e.v.a, lembrancinhas de e.v.a(emborrachado), alfabetário e vogais, trabalhos diversos para escolas (tudo em e.v.a) reciclados, caixa com textura...
Um grande bjo no coração.
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7/10/2011

Sundae de toalhinha / lembrancinha de festa



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6/12/2011

Não fique triste se vc não tem namorado porque...

12 DE JUNHO
ORIGEM DO DIA DOS NAMORADOS



 ... E daí se você passar o dia dos namorados sem namorado? Ninguém passa o dia do índio com um índio,
nem o dia da árvore com uma árvore.
E muito menos o dia de finados com um defunto...


Filosofia que corre pela Internet
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Dia dos namorados

Existem diferentes versões sobre a origem do dia dos namorados.
É bem provável que a festa dos namorados tenha sua origem em um festejo romano: a Lupercália. Em Roma, lobos vagavam próximos às casas e um dos deuses do povo romano, Lupercus, era invocado para manter os lobos distantes. Por essa razão, era oferecido um festival em honra a Lupercus, no dia 15 de fevereiro. Nesse festival, era costume colocar os nomes das meninas romanas escritos em pedaços de papel, que eram colocados em frascos. Cada rapaz escolhia o seu papel e a menina escolhida deveria ser sua namorada naquele ano todo.
O dia da festa se transformou no dia dos namorados, nos EUA e na Europa, o Valentine’s Day, 14 de fevereiro, em homenagem ao Padre Valentine. Em 270 a.C., o bispo romano Valentino desafiou o imperador Claudius II que proibia que se realizasse o matrimônio e continuou a promover casamentos. Para Claudius, um novo marido significava um soldado a menos. Preso, enquanto esperava sua execução, o bispo Valentine se apaixonou pela filha cega de seu carcereiro, Asterius. E, com um milagre, recuperou sua visão. Para se despedir, Valentine escreveu uma carta de amor para ela. Foi assim que surgiu a expressão em inglês "From your Valentine". Mesmo tido como santo pelo suposto milagre, ele foi executado em 14 de fevereiro.
O feriado romântico ou o dia dos namorados judaico: desde tempos bíblicos, o 15º dia do mês hebreu de Av tem sido celebrado como o Feriado do Amor e do Afeto. Em Israel, tornou-se o feriado das flores, porque neste dia é costume dar flores de presente a quem se ama. Previamente, era permitido às pessoas só se casar com pessoas da sua própria tribo. De certo modo, era um pouco semelhante ao velho sistema de castas na Índia. O 15 de Av se tornou o Feriado de Amor, um feriado judeu reconhecido durante os dias do Segundo Templo. Em tempos bíblicos, o Feriado do Amor era celebrado com tochas e fogueiras. Hoje em dia, em Israel, é costume enviar flores a quem se ama ou para os parentes mais íntimos. A significação e a importância do feriado aumentaram em anos recentes. Canções românticas são tocadas no rádio e festas 'Feriado do Amor' são celebrados à noite, em todo o país. (Jane Bichmacher de Glasman, autora do livro "À Luz da Menorá").
No Brasil, a gênese da data é menos romântica. Alguns a atribuem a uma promoção pioneira da loja Clipper, realizada em São Paulo em 1948. Outros dizem que o Dia dos Namorados foi introduzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória, que criou um slogan de apelo comercial que dizia "não é só com beijos que se prova o amor". A intenção de Dória era criar o equivalente brasileiro ao Valentine's Day - o Dia dos Namorados realizado nos Estados Unidos. É provável que o dia 12 de junho tenha sido a data escolhida porque representa uma época em que o comércio de presentes não fica tão intenso. A idéia funcionou tão bem para os comerciantes, que desde aquela época, o Brasil inteiro comemora anualmente a data. Outra versão reverencia a véspera do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro.
Adaptação: Lilian Russo
(Fontes: Revista Época, edição 160/2001; IBGE Teen e Revista Eletrônica Rio Total)
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5/09/2011

Lembrancinhas do Chá de bebe da Manuela

                                                              Chá de bebe da Manuela
                                                            Chá de bebe da Manuela

                                                 Lembrancinha do chá de bebe da Manuela

                                                 Lembrancinha do chá de bebe da Manuela
                                                 Lembrancinha do chá de bebe da Manuela
                                                          Bolo de fraldas da Manuela
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Pinte rabisque em eva, lembrancinha do 1º aninho do Carlos daniel

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Caixinhas de mdf com decoupage baby disney,1ºaninho do Carlos Daniel




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4/23/2011

Semana de oração da ARS, 18 e 20 de/04/2011/lembrancinha












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A páscoa

A páscoa
Meus Deus é grande, forte e poderoso
Deus ouve e atende quando oramos uns pelos outros

A PÁSCOA

Queridas crianças, gostaria de falar a vocês  sobre um assunto muito solene. Algo que tem a ver com a nossa salvação. Quando falamos em Páscoa, que coisas passam pela cabecinha de vocês? Coelhinhos, ovos de chocolate. Mas não é dessa Páscoa que quero falar e sim da verdadeira Páscoa, aquela que foi celebrada pela primeira vez, quando os israelitas saíram do Egito e que por muito tempo foi celebrada por eles. E era muito importante. Todos deveriam participar dessa cerimônia. Um cordeirinho era oferecido como sacrifício. E esse cordeirinho tinha um significado especial. Ele representava a Jesus, que um dia viria a este mundo, e se ofereceria por nós, para perdoar os nossos pecados, a fim de que pudéssemos ter a vida eterna. Enquanto era celebrada a festa da Páscoa, também o pão que os israelitas comiam deveria ser sem fermento, porque o fermento simbolizava o pecado. E a Bíblia diz mais: eles comiam a carne do cordeiro com o pão sem fermento e ervas amargas.
Há muito tempo, um dia Jesus veio ao nosso mundo. Nasceu como um bebê, e cresceu como crescem todas as crianças. Foi um menino sempre obediente como todas as crianças devem ser e se tornou adulto. Viveu neste mundo por algum tempo, ajudando as pessoas, curando os doentes e ensinando como andar nos caminhos que Deus quer que andemos. Um dia, porem as pessoas daquele tempo prenderam Jesus e depois de O maltratarem bastante, pregaram-nO em uma cruz, onde Ele morreu oferecendo a Sua vida para nos salvar dos pecados. Nesse momento, Ele estava sendo o Cordeiro de Deus, que oferecia Sua própria vida para nos salvar dos pecados.
Jesus era santo, perfeito, sem pecado. Por isso, Ele não poderia permanecer morto naquela sepultura. Jesus ressuscitou  como diz na Bíblia e depois de algum tempo, foi ao Céu preparar lugar para cada um de nós. Essa ressurreição que as pessoas comemoravam chamava Páscoa. Ressurreição é vida e Jesus disse: “Eu sou a Ressurreição e a Vida”.
Antes de ser pregado na cruz, Jesus ensinou aos Seus discípulos uma cerimônia que viria a substituir a cerimônia da morte do cordeirinho. O que Ele ensinou, tem a ver com a nossa vida de hoje. É a cerimônia da Santa Ceia. Ela foi estabelecida em lugar da cerimônia da Páscoa e nos lembra a morte do Senhor até que Ele volte. Sempre que participamos dela com o coração sincero, Jesus aceita o nosso arrependimento e somos perdoados.
Ela é dividida em duas partes: a primeira é o lava-pés, onde duas pessoas lavam os pés uma da outra. Isto nos lembra que devemos ser humildes e nunca pensar que somos melhores ou mais importantes que os outros. (nessa hora, você  pode ter duas diaconisas com a bacia e a toalha na mão para representar.)
E na segunda parte, não usamos um cordeiro, mas o pão sem fermento, o qual representa Jesus que Se entregou por nós para morrer na cruz e o suco de uva, não fermentado, para representar o sangue que Jesus derramou na cruz por nós.
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Um pouquinho sobre a Páscoa...

Havia chegado a Páscoa e por isso Jesus instruiu os discípulos a prepararem um jantar especial. A Páscoa é uma das festas judaicas mais antigas e ainda hoje é comemorada pelo povo judeu no mundo inteiro. O povo judeu comemora a Páscoa durante a primavera e a consideram um dia sagrado.

As origens dessa cerimônia encontram- se no livro de Êxodo. “Nessa noite Eu passarei pela terra do Egito e matarei todos os primeiros filhos, tanto das pessoas como dos animais. E castigarei todos os deuses do Egito. Eu Sou o Senhor. O sangue nos batentes das portas será um sinal para marcar as casas onde vocês moram. Quando estiver castigando o Egito, Eu verei o sangue e então passarei por vocês sem parar, para que não sejam destruídos por essa praga. Comemorem esse dia como festa religiosa para lembrar que Eu, o Senhor, fiz isso. Vocês e os seus descendentes devem comemorar a Festa da Páscoa para sempre.” Êxodo 12:12-14.

Os israelitas que viveram na época do Êxodo receberam a ordem divina de sacrificar um cordeiro sem defeito e assá-lo sem quebrar nenhum de seus ossos. Em seguida, deveriam passar o sangue do cordeiro nos batentes das portas de entrada da casa. Isso os protegeria do Anjo da Morte, que mataria o primogênito da casa, caso os batentes não estivessem manchados com o sangue do cordeiro. Essa era a primeira etapa do plano de Deus para retirar o povo do Egito e da escravidão que os afligiu por tantos anos.

O mais impressionante a respeito dessa história é que os primogênitos foram salvos pelo sangue colocado nas portas. Ao passar pelas casas e ver o sangue, o Anjo da Morte não fez mal nenhum ao filho mais velho da família. Tratava-se de um símbolo poderoso da salvação pela fé no sangue de Cristo. A família que obedeceu à ordem divina foi protegida pelo sangue do cordeiro. Claro que o sangue de um animal não tinha poder para salvá-los, mas simbolizava o sangue de Jesus que seria derramado pela humanidade. Essa é a razão de séculos mais tarde o apóstolo Paulo ter escrito: “Porque a nossa Festa da Páscoa está pronta, agora que Cristo, o nosso Cordeiro da Páscoa, já foi oferecido em sacrifício.” 1 Coríntios 5:7.

 A Páscoa judaica oferece-nos um tipo, um símbolo do plano da salvação. No momento em que o mundo enfrentar o julgamento final de Deus, aqueles que estiverem cobertos pelo sangue do Cordeiro, e que pela fé reivindicam a salvação encontrada em Jesus, serão salvos.

Que a vida, morte e ressurreição façam diferença na tua vida hoje e sempre!
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4/20/2011

 
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